Indicações clínicas

Perda de memória precisa de ressonância do cérebro?

Resposta direta do Guia

Na investigação séria de queixa de memória, sim: a ressonância avalia atrofia, lesões vasculares e descarta causas tratáveis como hidrocefalia, hematomas e tumores. O exame se soma à avaliação cognitiva e aos exames de sangue. Esquecimentos leves do dia a dia, sozinhos, não exigem imagem.

Conteúdo editorial do Guia da Ressonância, produzido conforme o Método Ímã de curadoria.

Nem toda dor precisa de imagem

A maioria das dores lombares e das dores de cabeça melhora sem exame nenhum. A ressonância entra quando há sinais de alerta, quando o tratamento inicial falha ou quando o resultado muda a conduta. Exame precoce sem indicação só gera achados irrelevantes e ansiedade.

Onde a ressonância brilha

Neurologia (AVC, tumores, esclerose múltipla, epilepsia), ortopedia (menisco, ligamentos, manguito rotador), oncologia (detecção e acompanhamento) e saúde da mulher e do homem (endometriose, mama, próstata) são os territórios onde o exame define condutas.

Leve o contexto ao exame

Informe à clínica seus sintomas, cirurgias anteriores e exames antigos da mesma região. O radiologista lauda melhor com contexto: comparar com a imagem anterior transforma um achado ambíguo em resposta clara.

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Quando fazer ressonância para lesão esportiva?
Após o trauma agudo com suspeita de lesão estrutural, ou quando a dor impede o retorno ao esporte apesar do tratamento. A ressonância gradua lesões musculares, ligamentares e tendíneas, estimando o tempo de recuperação, informação valiosa para atleta amador e profissional. Ler resposta completa →
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